terça-feira, 12 de março de 2013

Telexfree vira febre, mas metade de município baiano já caiu no esquema em 2009


Telexfree vira febre, mas metade de município baiano já caiu no esquema em 2009
Empresa americana fundada em 2002, a Telexfree tem se tornado uma febre por prometer enriquecimento rápido para os que se associarem, fizerem publicidade e prospectarem novos “divulgadores” para a marca. No entanto, órgãos públicos desconfiaram que se tratava do esquema de pirâmide e a Telexfree tornou-se alvo de investigações pelos Ministérios Públicos de quatro estados (AC, BA, ES e MT), além do Procon-PE. O método consiste em um negócio que oferece chances milagrosas de lucro – desde que o interessado invista uma quantia no empreendimento e traga outras pessoas para participar. O sistema é considerado insustentável e funciona à base de novos investidores. Os primeiros envolvidos investem e conseguem lucrar ao recrutar outros participantes. No entanto, quanto maior o alcance da pirâmide, menos sustentável ela fica, pois depende dos investimentos posteriores. Sem novas aplicações, a grande parcela dos envolvidos fica no prejuízo. Apesar de a Telexfree ser novidade, quase metade da população do município de Maragojipe, no Recôncavo baiano, já foi prejudicada em 2009 com o sistema de pirâmide, na época chamado de Caixa Cooperativa.

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