quinta-feira, 13 de junho de 2013

SAÚDE: Será a Leshmaniose um perigo a população de Maragogipe?

POSTED BY ZEVALDO SOUSA ON 22:07:00 NO COMMENTS
Por qualquer lugar que se passa em Maragogipe, encontra-se um cão sarnento e muito deles podem estar sendo o vetor de muitas doenças e, principalmente, da Leishmaniose. Vale lembrar que tivemos várias mortes por causa desta doença.

Lembrando que uma jovem contraiu esta doença aqui mesmo no município.

Doença infecciosa, porém, não contagiosa, atinge homens, cães e muitos animais silvestres. Há dois tipos de leishmaniose: tegumentar ou cutânea e a leishmaniose visceral ou calazar. Na leishmaniose cutânea os animais silvestres que atuam como reservatórios podem ser os roedores silvestres, tamanduás, preguiças... Na visceral, a principal fonte de infecção são os canídeos, dentre os animais silvestres cita-se raposa do campo, entre os domésticos, os cães.

Os vetores são flebotomíneos (insetos) hematófagos (que se alimentam de sangue). O inseto pica o hospedeiro e ingere uma forma de protozoário. No interior do inseto, esta forma se desenvolve, migrando para a 'boca' do inseto que inocula em um novo hospedeiro, havendo um desenvolvimento de outro tipo de forma no interior dos macrófagos (células que fazem parte do sistema de defesa do indivíduo). Geralmente a doença acomete cães sadios, enquanto que nos humanos tem predileção por pessoas com baixa imunidade (crianças, idosos, doentes). Uma das maiores dificuldades de combate a leishmaniose é que os sintomas nos cães podem levar de 2 meses a 6 anos para aparecerem, e mais da metade dos cães portadores não apresentam sinais.

Há urgente necessidade de se fazer uma varredura pela cidade, retirando esses animais que estão à solta e sem dono.





Matéria do dia 19 de janeiro de 2011

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