quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Cruz das Almas: Protesto feito por servidores públicos pede fim do decreto 351/13

Publicada em 19/11/2013 ás 14:36:45

Fotos: Riane Barbosa | Mídia Rcôncavo
O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Cruz das Almas (SindSemc), realizou na manhã dessa terça-feira (19), um protesto contra o decreto 351/13 aprovado pelo governo municipal, que fere constitucionalmente os direitos do trabalhador. O movimento de paralisação já estava previsto desde a última quinta-feira (14), quando os servidores realizaram uma Assembleia Geral Extraordinária para a discussão de estratégias para alcançarem o fim do decreto.
O decreto, publicado em agosto de 2013, suspende por tempo indeterminado a concessão de vantagens, aumento, reajustes, adequação de remuneração a qualquer título, bem como licença prêmio aos servidores. A classe acredita que essa ordem prejudica grandemente as suas condições financeiras.
O movimento contou com aproximadamente 100 pessoas incluindo funcionários públicos e simpatizantes pela causa, que saíram pelas ruas com apitos e levantando cartazes com o objetivo de chamar atenção do prefeito Dr. Jean (PMDB), que tem a autonomia de revogar a lei. O movimento percorreu as ruas do centro da cidade com o destino final, a prefeitura.
Em contato com a reportagem do Mídia Recôncavo, o vereador Elias de Gogó afirmou que tomou a frente da causa com a intenção de defender o servidor, “Eu também sou servidor público municipal e quero lutar junto, por melhores condições de trabalho da nossa categoria. Esse decreto prejudica todos os servidores municipais, financeiramente e a dignamente. Estamos aqui para lutar pela mudança”, afirma.
Ainda segundo o vereador, o SindSemc tentou por várias vezes fazer o acordo para o cancelamento do decreto mais ainda não obteve êxito, por causa disso decidiram pelo protesto e paralisação. “Infelizmente ainda não tivemos êxito, mas acreditamos que através da nossa união e luta, o prefeito consiga sentir a nossa necessidade e derrube o decreto. Acreditamos que breve haverá o fim dessa ordem”, comenta Elias.
Por Riane Barbosa

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