terça-feira, 29 de novembro de 2016

Conheça o 'Ranking baiano de homicídios por arma de fogo' divulgado através do Mapa da Violência 2016


Segundo os dados do Mapa da Violência, dos 15 mais violentos do Brasil, 06 são baianos. A cidade de Mata de São João, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), aparece em primeiro lugar com o maior número de homicídios por armas de fogo no país. 

Simões Filho (8º), Pojuca (9º), Lauro de Freitas (10º), Itabuna (13º) e Porto Seguro (14º) também aparecem no ranking. No total, 14 dos 15 municípios mais violentos estão no nordeste. A Bahia é seguida por Alagoas, com cinco cidades; Ceará, com duas; e Paraíba, com uma. O município de Ananindeua, no Pará, foi a única exceção. A cidade ocupa a 7ª posição entre os 15 primeiros.

O estudo foi elaborado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), uma organização internacional e intergovernamental que considerou o número de crimes praticados entre 2012 e 2014.

No total, dos 417 municípios baianos, 29 aparecem entre os 150 mais violentos. A maioria das vítimas são homens, entre 15 e 29 anos. Em 2014, morreram 30,7 pessoas por 100 mil habitantes na Bahia, o que representa um crescimento de 161,7% entre 2004 e 2014 e de apenas 7,8% em relação a 2013. 

Conflito de dados:
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) informou que existe um conflito entre os dados utilizados pelo Mapa da Violência e os registros feitos pelas secretarias de polícia em todo o Brasil. Confira a nota na íntegra logo abaixo:

A Secretaria da Segurança Pública da Bahia esclarece que existe um conflito entre os dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), utilizados pelo Mapa da Violência, com as informações do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), ferramenta que concentra os registros oficiais das polícias estaduais brasileiras. A SSP não confirma se os procedimentos adotados pelas secretarias municipais de saúde da Bahia são iguais aos das outras cidades brasileiras, além de destacar a falta de padronização no preenchimento dos formulários encaminhados para o DATASUS.

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